segunda-feira, 26 de abril de 2010

O PRIMEIRO BEIJO A GENTE NUNCA ESQUECE

A  GENTE  NUNCA  ESQUECE...
(Modificado de AT Revista 20/02/2010)


Fomos atrás de personagens que contam como foi o seu primeiro beijo.
Agora se você está prestes a viver essa emoção, confira as dicas de especialistas :

Troca de olhares, sorrisos
envergonhados, coração
acelerado... sensações que
antecedem um beijo e mexem com
nossas emoções. Imagine, então, a
dimensão que esse momento toma
quando se trata do primeiro beijo.
Muitas vezes, depois de semanas,
ou mesmo, meses de paquera,
finalmente chega a hora tão
esperada, ensaiada e estudada nas
cenas dos filmes românticos.

Para a psicóloga comportamental
Suzana Assunção Pessôa, de
Santos, apesar de atualmente as
relações entre os jovens estarem
mais banalizadas, o primeiro beijo
ainda é algo que assusta os
adolescentes por ser uma novidade.
 "Eles criam uma expectativa,
querem saber se vai ser bom ou não,
se vão saber o que fazer na hora, se
o outro vai gostar".

O momento que antes acontecia
entre os 13 e 15 anos, hoje surge
mais cedo. Segundo o hebiatra
Maurício de Souza Lima, por volta
dos 11, 12 anos os adolescentes
geralmente já tiveram a primeira
experiência de beijo na boca.
"As meninas costumam beijar mais
cedo e com rapazes mais velhos,
pois elas amadurecem antes",
explica o médico que atua na
Unidade de Adolescentes e
coordenador do Ambulatório dos
Filhos de Mães Adolescentes do
Hospital das Clínicas da USP.

Para ele, o fato de não fazer parte do "grupo dos que já beijaram" é o que angustia os jovens. "Eles têm
vergonha de assumir para os amigos que são BV (boca virgem) por isso cedem à pressão". E afirma
que não existe uma idade certa, mas um momento certo. "É importante que seja na hora em que o jovem
ache interessante. Se ele vai beijar mais cedo ou mais tarde, não importa. Não é preciso pressa".
A psicóloga Suzana reitera essa opinião de que cada um tem o seu ritmo. "Se acontecer só porque os
amigos insistiram, vai faltar um pouco da magia do momento. Além disso, se for algo traumatizante,
pode trazer dificuldades para os relacionamentos futuros".
As sensações de ansiedade e medo são as mesmas com os meninos e as meninas em qualquer
idade: não sabem o que fazer na hora H, acham que o outro vai perceber que ele/a é BV, para que
lado virar a cabeça...Enfim, dúvidas não faltam. O que diferencia, na maioria dos casos, é que as meninas
costumam ser mais românticas, então querem que o primeiro beijo seja com a pessoa por quem se
apaixonaram. Já para eles dá mais status poder dizer que já beijou.
Para Suzana, ter um envolvimento com o outro pode facilitar. "Muitas coisas acontecem antes, durante e depois do primeiro beijo. E o cotidiano de um adolescente muda com a paixão. Quando há esse sentimento, o beijo é mais significativo e marcante".
"Meu primeiro beijo foi com 15 anos com uma menina de quem eu gostava há uns seis meses. Era semana de prova no colégio e nós estávamos na casa dela  estudando com uns amigos. Eu estava ensaiando para tentar beijar há tempos, mas nunca imaginei que seria naquele dia. Ela precisava pegar um caderno no quarto e eu fui junto, aí em um momento acabamos ficando mais próximos, sentados na cama e eu pensei "você está a 4 cm da boca dela e ela não se afastou, é agora ou nunca". Tentei beijar uma vez e ela estava meio reticente. Tentei de novo e ela aceitou. Depois ainda namoramos por três meses. Meus amigos nunca me pressionaram, mas eu me pressionava. Via que eles falavam de beijo, de que tinham ficado com várias na matinê e eu não sabia como era. Não me arrependo de ter esperado. Foi uma sensação muito boa  e legal por ser com alguém de quem eu gostava há bastante tempo. Isso não tem preço."
GUSTAVO AZEVEDO, 20 ANOS


"O cotidianode uma dolescente muda com a paixão.
Quando há esse sentimento, o beijo é mais marcante"
SUZANA ASSUNÇÃO PESSÔA,PSICÓLOGA

"Ele morava no Rio de Janeiro  e nós nos conhecemos pela internet. Eu tinha 12 anos e ele, 15. Conversamos por um ano, aí ele veio para Peruíbe nas férias, porque a família tinha casa aqui, e combinamos de nos conhecermos. No dia em que ele veio, eu não comi, estava ansiosa, pensando
o que eu ia falar, se ia beijar logo ou não. Nós marcamos na praia em São Vicente, mas eu menti para minha mãe, disse queia para outro lugar. Só que, chegando lá, eu a vi e tive que ir embora. Foi como se
tivesse furado com ele. Depois combinamos de novo e ele ia passar na minha rua e parar em frente à casa de uma vizinha que sabia de tudo. Só que a mãe dele acabou parando na porta da minha casa eminha
mãe viu a placa do Rio de Janeiro. Como ela já tinha visto ligações de lá no meu celular, ligouos pontos. Aí acabamos saindo com vários amigos e fomos para a praia. Lá foi meu primeiro beijo. Ele não tinha contado,
mas era o primeiro dele também Não foi ruim, mas foi com plateia porque os amigos estavam perto e começaram a gritar, bater palma. Eu ainda namorei com ele por seis meses pela internet. Quando voltamos
para a minha casa, as nossas mães estavam conversando. Todo o plano de tentar esconder dela não deu certo, mas ficou uma lembrança ótima, não me arrependo de nada."
LORRAINE DOS SANTOS SANTANA,  DE 16 ANOS
com certeza o segundo será melhor"

O hebiatra Maurício de Souza Lima afirma que até hoje ainda há a preocupação em "treinar o beijo".
Existem exemplos dessa prática, como chupar laranja, beijar a dobrinha da mão entre o indicador e
o polegar e colocar gelo no copo para tentar pegar com a língua.
"Se o jovem achar interessante, esses testes podem ajudar a dar mais tranquilidade enquanto o beijo
propriamente dito não acontece".
normais em quem nunca beijou avisa: "O primeiro não é dos melhores. A gente não aproveita
direito, fica insegura".
Ela deu seu primeiro beijo aos 13 anos numa festa junina da escola. Os dois já tinham interesse,
mas ninguém tomava atitude. "Foi bom, mas eu esperava uma cena daquelas de beijo de filme e não foi
assim. A gente fica com as pernas bambas, sente frio na barriga, não sabe para que lado vira a cabeça,
mas no fim dá tudo certo", conta. Para Fernanda, hoje os adolescentes estão cada vez mais
precoces. Muitos primeiros beijos são dados em rodas da brincadeira
Verdade ou Desafio, para impressionar os amigos. "Têm tanta
pressa que acabam desvalorizando
esse momento tão bom".

amigos. "A menina ficou um ano tentando ficar comigo e eu não queria porque ela não era muito bonita. Mas, de tanto pegar no meu pé, acabei aceitando", conta ele, que teve a primeira experiência aos
11 anos, antes dos amigos. Os dois moravam na mesma rua e, cansado da insistência da garota,
o beijo aconteceu ali mesmo, próximo dos amigos vizinhos. André acredita que foi bom ter resolvido
assim de repente, pois não teve tempo de criar expectativa, nem de ter medo. "Eu resolvi na última hora, então foi inesperado. E apesar da garota não ser bonita, ela beijava  bem, então valeu a pena".

quinta-feira, 22 de abril de 2010

BALADA DA SAÚDE

FOI COM IMENSO PRAZER QUE A CADOL REALIZOU A SUA PRIMEIRA BALADA DA SAÚDE. AS OFICINAS FORAM DELICIOSAS, PRINCIPALMENTE A DE NUTRIÇÃO...A TURMA DO GRAFFITE , A EQUIPE DO KARATÊ , A BANDA MUNICIPAL , DJ, DIDDA, SÓ ALEGRIA...TEMOS MUITO O QUE AGRADECER.....













S

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

GRUPO REALIZADO NA CASA DO ADOLESCENTE (04/02/2010)





Com a presença de adolescente DE 10 A 19 ANOS foram abordado diversos temas,os adolescentes tiveram a oportunidade de tirar suas duvidas com dinamicas REALIZADAS pelas integrantes do CADOL.Muito Obrigado a todos que compareceram foi um grupo muito agradavel espero que voltem sempre.

Carta ao clitóris...

Querido companheiro,
A distância entre nós impede que nos vejamos frente a frente, então resolvi lhe escrever uma carta. Não tenho certeza do CEP da sua localidade, mas espero que estas linhas cheguem até você. Primeiramente, gostaria de lhe agradecer pelos grandes momentos que passamos juntos, todos de tirar o fôlego. Espero poder repeti-los assim que tivermos a oportunidade. Nos encontraremos lá, no nosso lugar. Eu, sempre sem tempo: você, sempre um pouco atrasado. Gosto da nossa relação. Sem grilos nem cobranças. Sem falsas ilusões. Respeito mútuo é o que eu diria que temos em nosso longo convívio, e isso não é pouco.
Talvez devêssemos manter um maior contato, não sei, mas, mesmo assim, não sinto qualquer culpa com relação a isso. Você, aliás, é o mais calado. E não estou reclamando, ao contrário. Falo demais às vezes, e você, nesse seu discreto silêncio, diz tudo o que eu queria dizer: Ou seja, acho que nós temos personalidades opostas complementares, estando aí o segredo do nosso relacionamento estável.
Talvez devêssemos, sei lá, ter viajado mais. Ou, quem sabe, ousado mais. Cansa-me, porém, o excesso de conjecturas, sabe? Muitos "talvez..." Tivemos bons tempos e maus bocados, mas sobrevivemos. E é isso o que interessa. Restando-me apenas o segundo motivo desa carta, que é lhe dar boas notícias. Nós vencemos. É, vencemos. O machismo opressor perdeu sua longa hegemonia sobre a sociedade. Em alguns lugares do mundo, sim, muitas mulheres seguem em suas batalhas contra a brutalidade masculina, mas são focos de ignorância que deverão ser apagados. O fato é que, sem dúvida, hoje, podemos dizer que vencemos. Uma luta ancestral, cuja vitória merece ser comemorada. Sendo esta a razão principal desta carta: dividir com você essa conquista.
O sangue derramado não foi em vão. Desfrutamos, enfim, da liberdade de fazermos o que quisermos. Claro, burrices é o que fazemos por vezes, porque é o que queremos fazer; porém até a burrice é bem-vinda. Já que é mesmo a partir do erro que acertamos. Somos assim e parece que os homens finalmente entenderam isso. Ou fingem que entenderam. Mas nós dois, mais do que ninguém, sabemos que fingir funciona quase da mesma forma, para efeitos práticos. Além do mais, os machos e as suas glandes também não têm demonstrado grandes inteligências, através dos tempos, têm?
Pois bem. é isso. Acho que temos o que comemorar: Nossa revolução foi completada, mas novas lutas é o que não faltam. Diversas mulheres estão se saindo bem em suas trincheiras, outras seguem vítimas de injustiças. Estamos aqui para isso, porém, não é? Digo lutar: E, ainda movida pelo mesmo calor revolucionário, permito-me soar repetitiva: unidos venceremos.

Saudações,

Fernanda Young

ADOLESCÊNCIA

ADOLESCÊNCIA
A adolescência é definida por mudanças psicossociais e busca de uma identidade autônoma. Essa busca de autonomia, frequentemente, é acompanhada de comportamentos agressivos e de oposição aos valores familiares e sociais.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Profissionais da casa do adolescente

Atendemos adolescentes de 10 a 19 anos

Doutora Evori: ginecologista / obstetra

Doutora Paula: Pediatra

Doutor João Moreira: Urologista

Doutora Rita: Nutricionista (atualmente atendendo na Casa da Mulher e da Criança, ao lado do PS)

Enfermeira : Carol

Técnica de Enfermagem: Leila 

Educador Físico: Jorge


Auxiliar tecnica: Thais

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Tire suas duvidas ...(sexo,droga,escola,mudanças no corpo, perguntas bobas mas que podem ser muito importante, não só para você, mas para todos.)


Se estiver com duvidas seja qual for e quiser tirar com a gente se sinta a vontade estamos aqui para ajudar no que for possível,temos profissionais capacitados para responder suas perguntas.Deixe a vergonha de lado

CARTA AOS JOVENS !

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi à enfermeira Dane, minha amiga, para escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais.

Eu era uma jovem "sarada", criada em uma excelente família de classe média alta. Meu pai é engenheiro eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa.

Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo. Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio.

Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés. Nos finais de semana frequentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 1994. Fui com uma turma de amigos para a OCTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta em um famoso barzinho da Rua XV. À noite fomos ao "PROEB" e no "Pavilhão Galego" tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.

Aquela movimentação de gente trimaneira. Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OCTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP. Que sensação legal curti a noite inteira "doidona", beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os "meganha", porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os "otários" não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando voltei ao apartamento quase "vomitei as tripas", mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual.

No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um "ap" no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino... Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30h da manhã fomos ao "ap" dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado "Cigarro de Maconha", que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de "Catarina careta", mexeram com nossos brios e acabamos experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora experimentei novamente. O garoto mais velho da turma, fazia carreirinha e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem, naquele dia.

Retornamos para casa mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino "DRUGS". Aos poucos meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria. Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não com partilhávamos a seringa e sim o sangue que cada um cedia para diluir o pó. No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era acessível.

Comecei a comprar a "branca" a R$ 7,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 15,00 a boa, e eu precisava no mínimo 5 doses diárias. Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus "novos amigos". Às vezes a gente conseguia o "extasy", dançávamos nos "Points" a noite inteira e depois farra. O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida.

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas. Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem. Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha família foi se desestruturando.

Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais sempre com muito amor gastavam fortunas para tentar reverter o quadro. Quando eu saía da Clínica aguentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família. Em dezembro de 1997 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha. Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo. Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los. Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo.

Estou internada, com 24kg, horrível, não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca... Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.

OBS.: Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis. Descreve a enfermeira Dane, que Patrícia veio a falecer 14 horas após terem escrito essa carta, de parada cardíaca respiratória em consequência da AIDS.
Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo de Patrícia.

PEÇO-LHES QUE ENVIEM ESSA CARTA A TODOS ... SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO É POR ACASO! SIGNIFICA QUE VOCÊ PODE E FOI ESCOLHIDO PARA AJUDAR ALGUÉM! O CONTEÚDO DESSA CARTA ACONTECE TODOS OS DIAS NO BRASIL E NO MUNDO.
Carta recebida por e-mail para divulgação.