O primeiro ARRAIÁ da CADOL foi realizado no dia 22/06/2011 em uma manhã fria e com muitos quitutes !!!! Além do bate-papo com a Dra. Evori sobre contracepção, as adolescentes e seus acompanhantes participaram de palestras, responderam algumas perguntas e principalmente receberam orientações sobre contracepção sem medo...Algumas já receberam as medicações, outras foram encaminhadas para um atendimento personalizadao com a enfermeira ou com a médica da CADOL e, com certeza, todas ficaram satisfeitas.........
Algumas fotos e parabens a equipe, sempre alerta com as novidades para nossos adolescentes de Peruibe....
terça-feira, 12 de julho de 2011
terça-feira, 31 de maio de 2011
3 Balada da Saude / 26/05/2011
Foi um sucesso a nossa 3 Balada, alem das atividades habituais, como nutrição, oficina de sentimentos, duvidas sobre sexualidade, contamos com a presença de muitos colaboradores que mostraram cada vez mais pra nossos adolescentes como o trabalho em equipe funciona !!!
Parabens a todos, vamos nos empenhar para melhorar a cada dia....
Obrigado a todos, a oficina de reciclagem, de meio-ambiente, de drogadição ( com depoimentos fantasticos !!! ), de musica etc .....
Equipe da CADOL sempre alerta e atuante, vamos em frente...Evori, Paula, Leila, Tais e Carol...............
OFICINA DE RECICLAGEM:
INAUGURAÇAO DO LOUNGE DA CADOL ( ESPAÇO PARA TRABALHO EM GRUPO ):
Parabens a todos, vamos nos empenhar para melhorar a cada dia....
Obrigado a todos, a oficina de reciclagem, de meio-ambiente, de drogadição ( com depoimentos fantasticos !!! ), de musica etc .....
Equipe da CADOL sempre alerta e atuante, vamos em frente...Evori, Paula, Leila, Tais e Carol...............
OFICINA DE RECICLAGEM:
OFICINA MEIO-AMBIENTE (PLANTAÇÃO DE IPES ):
OFICINA DE SENTIMENTOS COM PSICOLOGA ROSELI:
INAUGURAÇAO DO LOUNGE DA CADOL ( ESPAÇO PARA TRABALHO EM GRUPO ):
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Pense nisso.........................
Valor aos Humildes
Durante meu primeiro ano da faculdade, nosso professor nos deu um questionário.
Eu era bom aluno e respondi rápido todas as questões até chegar a última:
“Qual o primeiro nome da mulher que faz a limpeza da escola?”.
Sinceramente, isso parecia uma piada.
Eu já tinha visto a tal mulher várias vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, lá pelos seus 50 anos, mas como eu ia saber o primeiro nome dela?
Eu entreguei meu teste deixando essa questão em branco e um pouco antes da aula terminar, um aluno
perguntou se a última pergunta do teste ia contar na nota.
“É claro!”, respondeu o professor.
“Na sua carreira, você encontrará muitas pessoas.
Todas têm seu grau de importância.
Elas merecem sua atenção mesmo que seja com um simples sorriso ou um simples “alô”.
Eu nunca mais esqueci essa lição e também acabei aprendendo que o primeiro nome dela era Dorothy.
Obs.: Você pode e deve ser importante, mas o mais importante é o respeito ao próximo e o valor que você
dá aos humildes.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
I Capacitação para os profissionais da Saúde do municipio de Peruibe
No dia 18/08/2010 aconteceu a I Capacitação para os profissionais da Saude do municipio de Peruibe, no Sintrape, com a participação da equipe da Casa do Adolescente de Pinheiros. Alem do treinamento em grupo, a nutricionista Marcia apresentou o tema Obesidade na Adolescencia para os participantes, foi uma manha muito produtiva, com motivação da equipe participante....Em breve contaremos com a segunda capacitação, aguardem....................
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Visita da vereadora Nadyr
No dia 26/01/2011 tivemos a visita da Vereadora Nadyr aqui na CADOL, foi muito importante para buscar novos colaboradores e principalmente para contarmso com alguem atuante na politica da nossa cidade que podera levar informações sobre cidadania aos nosso jovens.............Ha alguns meses atuando como vereadora, Nadyr se comprometeu a nos ajudar a pactuar com nossos politicos melhores condições de trabalho e principalmente a manutenção da nossa CADOL no lugar em que ela se encontra agora...Obrigada pela visita..........
segunda-feira, 26 de abril de 2010
O PRIMEIRO BEIJO A GENTE NUNCA ESQUECE
A GENTE NUNCA ESQUECE...
(Modificado de AT Revista 20/02/2010)
Agora se você está prestes a viver essa emoção, confira as dicas de especialistas :
Troca de olhares, sorrisos
envergonhados, coração
acelerado... sensações que
antecedem um beijo e mexem com
nossas emoções. Imagine, então, a
dimensão que esse momento toma
quando se trata do primeiro beijo.
Muitas vezes, depois de semanas,
ou mesmo, meses de paquera,
finalmente chega a hora tão
esperada, ensaiada e estudada nas
cenas dos filmes românticos.
Para a psicóloga comportamental
Suzana Assunção Pessôa, de
Santos, apesar de atualmente as
relações entre os jovens estarem
mais banalizadas, o primeiro beijo
ainda é algo que assusta os
adolescentes por ser uma novidade.
"Eles criam uma expectativa,
querem saber se vai ser bom ou não,
se vão saber o que fazer na hora, se
o outro vai gostar".
O momento que antes acontecia
mais cedo. Segundo o hebiatra
Maurício de Souza Lima, por volta
dos 11, 12 anos os adolescentes
geralmente já tiveram a primeira
experiência de beijo na boca.
"As meninas costumam beijar mais
cedo e com rapazes mais velhos,
pois elas amadurecem antes",
explica o médico que atua na
Unidade de Adolescentes e
coordenador do Ambulatório dos
Filhos de Mães Adolescentes do
Hospital das Clínicas da USP.
Para ele, o fato de não fazer parte do "grupo dos que já beijaram" é o que angustia os jovens. "Eles têm
vergonha de assumir para os amigos que são BV (boca virgem) por isso cedem à pressão". E afirma
que não existe uma idade certa, mas um momento certo. "É importante que seja na hora em que o jovem
ache interessante. Se ele vai beijar mais cedo ou mais tarde, não importa. Não é preciso pressa".
A psicóloga Suzana reitera essa opinião de que cada um tem o seu ritmo. "Se acontecer só porque os
amigos insistiram, vai faltar um pouco da magia do momento. Além disso, se for algo traumatizante,
pode trazer dificuldades para os relacionamentos futuros".
As sensações de ansiedade e medo são as mesmas com os meninos e as meninas em qualquer
idade: não sabem o que fazer na hora H, acham que o outro vai perceber que ele/a é BV, para que
lado virar a cabeça...Enfim, dúvidas não faltam. O que diferencia, na maioria dos casos, é que as meninas
costumam ser mais românticas, então querem que o primeiro beijo seja com a pessoa por quem se
apaixonaram. Já para eles dá mais status poder dizer que já beijou.
Para Suzana, ter um envolvimento com o outro pode facilitar. "Muitas coisas acontecem antes, durante e depois do primeiro beijo. E o cotidiano de um adolescente muda com a paixão. Quando há esse sentimento, o beijo é mais significativo e marcante".
"Meu primeiro beijo foi com 15 anos com uma menina de quem eu gostava há uns seis meses. Era semana de prova no colégio e nós estávamos na casa dela estudando com uns amigos. Eu estava ensaiando para tentar beijar há tempos, mas nunca imaginei que seria naquele dia. Ela precisava pegar um caderno no quarto e eu fui junto, aí em um momento acabamos ficando mais próximos, sentados na cama e eu pensei "você está a 4 cm da boca dela e ela não se afastou, é agora ou nunca". Tentei beijar uma vez e ela estava meio reticente. Tentei de novo e ela aceitou. Depois ainda namoramos por três meses. Meus amigos nunca me pressionaram, mas eu me pressionava. Via que eles falavam de beijo, de que tinham ficado com várias na matinê e eu não sabia como era. Não me arrependo de ter esperado. Foi uma sensação muito boa e legal por ser com alguém de quem eu gostava há bastante tempo. Isso não tem preço."
GUSTAVO AZEVEDO, 20 ANOS
"O cotidianode uma dolescente muda com a paixão.
Quando há esse sentimento, o beijo é mais marcante"
SUZANA ASSUNÇÃO PESSÔA,PSICÓLOGA
"Ele morava no Rio de Janeiro e nós nos conhecemos pela internet. Eu tinha 12 anos e ele, 15. Conversamos por um ano, aí ele veio para Peruíbe nas férias, porque a família tinha casa aqui, e combinamos de nos conhecermos. No dia em que ele veio, eu não comi, estava ansiosa, pensando
o que eu ia falar, se ia beijar logo ou não. Nós marcamos na praia em São Vicente, mas eu menti para minha mãe, disse queia para outro lugar. Só que, chegando lá, eu a vi e tive que ir embora. Foi como se
tivesse furado com ele. Depois combinamos de novo e ele ia passar na minha rua e parar em frente à casa de uma vizinha que sabia de tudo. Só que a mãe dele acabou parando na porta da minha casa eminha
mãe viu a placa do Rio de Janeiro. Como ela já tinha visto ligações de lá no meu celular, ligouos pontos. Aí acabamos saindo com vários amigos e fomos para a praia. Lá foi meu primeiro beijo. Ele não tinha contado,
mas era o primeiro dele também Não foi ruim, mas foi com plateia porque os amigos estavam perto e começaram a gritar, bater palma. Eu ainda namorei com ele por seis meses pela internet. Quando voltamos
para a minha casa, as nossas mães estavam conversando. Todo o plano de tentar esconder dela não deu certo, mas ficou uma lembrança ótima, não me arrependo de nada."
LORRAINE DOS SANTOS SANTANA, DE 16 ANOS
com certeza o segundo será melhor"
O hebiatra Maurício de Souza Lima afirma que até hoje ainda há a preocupação em "treinar o beijo".
Existem exemplos dessa prática, como chupar laranja, beijar a dobrinha da mão entre o indicador e
o polegar e colocar gelo no copo para tentar pegar com a língua.
"Se o jovem achar interessante, esses testes podem ajudar a dar mais tranquilidade enquanto o beijo
propriamente dito não acontece".
normais em quem nunca beijou avisa: "O primeiro não é dos melhores. A gente não aproveita
direito, fica insegura".
Ela deu seu primeiro beijo aos 13 anos numa festa junina da escola. Os dois já tinham interesse,
mas ninguém tomava atitude. "Foi bom, mas eu esperava uma cena daquelas de beijo de filme e não foi
assim. A gente fica com as pernas bambas, sente frio na barriga, não sabe para que lado vira a cabeça,
mas no fim dá tudo certo", conta. Para Fernanda, hoje os adolescentes estão cada vez mais
precoces. Muitos primeiros beijos são dados em rodas da brincadeira
Verdade ou Desafio, para impressionar os amigos. "Têm tanta
pressa que acabam desvalorizando
esse momento tão bom".
amigos. "A menina ficou um ano tentando ficar comigo e eu não queria porque ela não era muito bonita. Mas, de tanto pegar no meu pé, acabei aceitando", conta ele, que teve a primeira experiência aos
11 anos, antes dos amigos. Os dois moravam na mesma rua e, cansado da insistência da garota,
o beijo aconteceu ali mesmo, próximo dos amigos vizinhos. André acredita que foi bom ter resolvido
assim de repente, pois não teve tempo de criar expectativa, nem de ter medo. "Eu resolvi na última hora, então foi inesperado. E apesar da garota não ser bonita, ela beijava bem, então valeu a pena".
quinta-feira, 22 de abril de 2010
BALADA DA SAÚDE
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
GRUPO REALIZADO NA CASA DO ADOLESCENTE (04/02/2010)
Carta ao clitóris...
Querido companheiro,
A distância entre nós impede que nos vejamos frente a frente, então resolvi lhe escrever uma carta. Não tenho certeza do CEP da sua localidade, mas espero que estas linhas cheguem até você. Primeiramente, gostaria de lhe agradecer pelos grandes momentos que passamos juntos, todos de tirar o fôlego. Espero poder repeti-los assim que tivermos a oportunidade. Nos encontraremos lá, no nosso lugar. Eu, sempre sem tempo: você, sempre um pouco atrasado. Gosto da nossa relação. Sem grilos nem cobranças. Sem falsas ilusões. Respeito mútuo é o que eu diria que temos em nosso longo convívio, e isso não é pouco.
Talvez devêssemos manter um maior contato, não sei, mas, mesmo assim, não sinto qualquer culpa com relação a isso. Você, aliás, é o mais calado. E não estou reclamando, ao contrário. Falo demais às vezes, e você, nesse seu discreto silêncio, diz tudo o que eu queria dizer: Ou seja, acho que nós temos personalidades opostas complementares, estando aí o segredo do nosso relacionamento estável.
Talvez devêssemos, sei lá, ter viajado mais. Ou, quem sabe, ousado mais. Cansa-me, porém, o excesso de conjecturas, sabe? Muitos "talvez..." Tivemos bons tempos e maus bocados, mas sobrevivemos. E é isso o que interessa. Restando-me apenas o segundo motivo desa carta, que é lhe dar boas notícias. Nós vencemos. É, vencemos. O machismo opressor perdeu sua longa hegemonia sobre a sociedade. Em alguns lugares do mundo, sim, muitas mulheres seguem em suas batalhas contra a brutalidade masculina, mas são focos de ignorância que deverão ser apagados. O fato é que, sem dúvida, hoje, podemos dizer que vencemos. Uma luta ancestral, cuja vitória merece ser comemorada. Sendo esta a razão principal desta carta: dividir com você essa conquista.
O sangue derramado não foi em vão. Desfrutamos, enfim, da liberdade de fazermos o que quisermos. Claro, burrices é o que fazemos por vezes, porque é o que queremos fazer; porém até a burrice é bem-vinda. Já que é mesmo a partir do erro que acertamos. Somos assim e parece que os homens finalmente entenderam isso. Ou fingem que entenderam. Mas nós dois, mais do que ninguém, sabemos que fingir funciona quase da mesma forma, para efeitos práticos. Além do mais, os machos e as suas glandes também não têm demonstrado grandes inteligências, através dos tempos, têm?
Pois bem. é isso. Acho que temos o que comemorar: Nossa revolução foi completada, mas novas lutas é o que não faltam. Diversas mulheres estão se saindo bem em suas trincheiras, outras seguem vítimas de injustiças. Estamos aqui para isso, porém, não é? Digo lutar: E, ainda movida pelo mesmo calor revolucionário, permito-me soar repetitiva: unidos venceremos.
Saudações,
Fernanda Young
A distância entre nós impede que nos vejamos frente a frente, então resolvi lhe escrever uma carta. Não tenho certeza do CEP da sua localidade, mas espero que estas linhas cheguem até você. Primeiramente, gostaria de lhe agradecer pelos grandes momentos que passamos juntos, todos de tirar o fôlego. Espero poder repeti-los assim que tivermos a oportunidade. Nos encontraremos lá, no nosso lugar. Eu, sempre sem tempo: você, sempre um pouco atrasado. Gosto da nossa relação. Sem grilos nem cobranças. Sem falsas ilusões. Respeito mútuo é o que eu diria que temos em nosso longo convívio, e isso não é pouco.
Talvez devêssemos manter um maior contato, não sei, mas, mesmo assim, não sinto qualquer culpa com relação a isso. Você, aliás, é o mais calado. E não estou reclamando, ao contrário. Falo demais às vezes, e você, nesse seu discreto silêncio, diz tudo o que eu queria dizer: Ou seja, acho que nós temos personalidades opostas complementares, estando aí o segredo do nosso relacionamento estável.
Talvez devêssemos, sei lá, ter viajado mais. Ou, quem sabe, ousado mais. Cansa-me, porém, o excesso de conjecturas, sabe? Muitos "talvez..." Tivemos bons tempos e maus bocados, mas sobrevivemos. E é isso o que interessa. Restando-me apenas o segundo motivo desa carta, que é lhe dar boas notícias. Nós vencemos. É, vencemos. O machismo opressor perdeu sua longa hegemonia sobre a sociedade. Em alguns lugares do mundo, sim, muitas mulheres seguem em suas batalhas contra a brutalidade masculina, mas são focos de ignorância que deverão ser apagados. O fato é que, sem dúvida, hoje, podemos dizer que vencemos. Uma luta ancestral, cuja vitória merece ser comemorada. Sendo esta a razão principal desta carta: dividir com você essa conquista.
O sangue derramado não foi em vão. Desfrutamos, enfim, da liberdade de fazermos o que quisermos. Claro, burrices é o que fazemos por vezes, porque é o que queremos fazer; porém até a burrice é bem-vinda. Já que é mesmo a partir do erro que acertamos. Somos assim e parece que os homens finalmente entenderam isso. Ou fingem que entenderam. Mas nós dois, mais do que ninguém, sabemos que fingir funciona quase da mesma forma, para efeitos práticos. Além do mais, os machos e as suas glandes também não têm demonstrado grandes inteligências, através dos tempos, têm?
Pois bem. é isso. Acho que temos o que comemorar: Nossa revolução foi completada, mas novas lutas é o que não faltam. Diversas mulheres estão se saindo bem em suas trincheiras, outras seguem vítimas de injustiças. Estamos aqui para isso, porém, não é? Digo lutar: E, ainda movida pelo mesmo calor revolucionário, permito-me soar repetitiva: unidos venceremos.
Saudações,
Fernanda Young
ADOLESCÊNCIA
ADOLESCÊNCIA
A adolescência é definida por mudanças psicossociais e busca de uma identidade autônoma. Essa busca de autonomia, frequentemente, é acompanhada de comportamentos agressivos e de oposição aos valores familiares e sociais.
A adolescência é definida por mudanças psicossociais e busca de uma identidade autônoma. Essa busca de autonomia, frequentemente, é acompanhada de comportamentos agressivos e de oposição aos valores familiares e sociais.
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